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Portugal à Lupa

Há 13 anos a calcorrear o País como jornalista, percebi há muito que não valorizamos, como devíamos, o que é nosso. Este é um espaço que valoriza Portugal e o melhor que somos enquanto Povo.

Portugal à Lupa

Há 13 anos a calcorrear o País como jornalista, percebi há muito que não valorizamos, como devíamos, o que é nosso. Este é um espaço que valoriza Portugal e o melhor que somos enquanto Povo.

Porto de Lisboa: viagem ao bulício da primeira metade do século XX

«Maravilhosa vida marítima moderna,

Toda limpeza, máquinas e saúde!

Tudo tão bem arranjado, tão espontaneamente ajustado,

Todas as peças das máquinas, todos os navios pelos mares,

Todos os elementos da actividade comercial de exportação e importação

Tão maravilhosamente combinando-se

Que corre tudo como se fosse por leis naturais,

Nenhuma coisa esbarrando com outra!”

 

Álvaro de Campos, «Ode Marítima»

 

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Importante entreposto comercial do país, o porto de Lisboa era, nas primeiras décadas do século XX, uma autêntica cidade dentro da capital. Era ponto de chegadas e partidas, pescadores e peixeiras lisboetas trabalhavam de «sol a sol», turistas envolviam-se na multidão frenética onde oficiais da Marinha tentavam o namorico de circunstância. Hoje, o retrato é «bem diferente», como revela Pedro Castro Henriques, autor da obra «Do Vasto e Belo Porto de Lisboa», publicada em outubro de 2013. Recomendamos leitura paciente e vagarosa, dias depois de ter terminado uma longa maratona de protestos dos estivadores do porto de Lisboa. Vale a pena a viagem ao bulício da primeira metada do século XX. 

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