Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Portugal à Lupa

Há 13 anos a calcorrear o País como jornalista, percebi há muito que não valorizamos, como devíamos, o que é nosso. Este é um espaço que valoriza Portugal e o melhor que somos enquanto Povo.

Portugal à Lupa

Há 13 anos a calcorrear o País como jornalista, percebi há muito que não valorizamos, como devíamos, o que é nosso. Este é um espaço que valoriza Portugal e o melhor que somos enquanto Povo.

Florir Portugal vai colorir aldeias afetadas pelos incêndios

O início da primavera, a 21 de março, marca o arranque da iniciativa Florir Portugal, um desafio lançado a nível nacional por Tó Romano, diretor da Central Models, e que convida todos a colocarem flores nas janelas e varandas das casas para colorir ainda mais o nosso país.

2016-03-24-florir-portugal.jpg

 

O município de Proença-a-Nova associa-se a este projeto e vai, numa primeira fase, incidir a sua intervenção nas aldeias que foram afetadas pelo grande incêndio de setembro do ano passado: Braçal, Amoreira, Casalinho, Vale D’Urso, Atalaias, Pucariço e Figueira.

 

Com o nome de código “Projeto Fénix – Renascer das Cinzas pela Floresta”, será realizada uma intervenção nestas localidades, numa parceria entre moradores e voluntários.

 

«Este é certamente um projeto que vem trazer esperança pelo empenho das pessoas e das instituições e pela beleza e harmonia que poderá ser contemplada e vivida por todos», considera João Manso, vice-presidente da Câmara Municipal.

Sabores australianos para provar em Lisboa

Os apreciadores dos sabores exóticos e da gastronomia de fusão contam desde 16 Fevereiro com um novo espaço de degustação: o DownUnder, de Justin Jennings.

DSC_2163.jpg

 

A expressão “down under” é tipicamente utilizada para designar as terras australianas, localizadas no Hemisfério Sul, e é precisamente da Austrália que vem o mentor deste novo espaço.

 

Justin Jennings é o primeiro chef australiano a abrir um espaço em Lisboa, acrescentando uma nova aventura a uma carreira de mais de 15 anos a gerir e reinventar as cozinhas australianas. 

 

O encontro dos mais diversos paladares e influências culturais irá refletir-se nas propostas do DownUnder, muito ao estilo da eclética gastronomia australiana.

Vinhos Pousio e Marmelar “viajam” até ao mercado russo

Até sexta-feira, 10 de fevereiro, a Herdade do Monte da Ribeira (que, em 2016, foi selecionada pela Revista de Vinhos como o produtor vinícola do ano) marca presença na PRODEXPO, uma das maiores feiras mundiais do setor Alimentar e de Bebidas e que se realiza na Rússia.

Herdade do Monte da Ribeira_Rússia.jpg

 

Trata-se de uma oportunidade única para a empresa alentejana de contactar com um mercado com mais de 142 milhões de consumidores e dar a conhecer as duas marcas de vinhos que produz atualmente: Pousio (Colheita Tinto, Branco e Rosé; Escolha Branco e Tinto; e Reserva Branco e Tinto) e Marmelar, elixir que apenas é produzido em anos excecionais e que foi distinguido com prémio de excelência 2015 pela Revista de Vinhos.

 

Para além da presença na PRODEXPO, que se realiza em Moscovo, a Herdade do Monte da Ribeira vai ainda fazer parte de iniciativas paralelas, até 14 de fevereiro, como dois jantares vínicos (um na capital russa e outro em São Petersburgo), bem como um seminário e prova de Vinhos de Portugal que acontecem também em São Petersburgo.

 

Importa sublinhar que um dos grandes objetivos da empresa produtora do Pousio e do Marmelar passa por competir pela qualidade, personalidade e diversificação da oferta, nomeadamente em mercados que registam um consumo crescente de vinho.

 

A PRODEXPO vai já na 24ª edição, sendo que são esperados mais de 2 mil participantes de 57 países, como Argentina, Arménia, Brasil, Bulgária, Grécia, Itália, Coreia, Portugal, Sérvia, África do Sul, Espanha, Sri Lanka ou Tunísia.

 

Já no ano passado, a feira contou com a participação de 913 expositores estrangeiros representativos de 65 países e foi visitada por quase 55 mil profissionais de 97 países e de todas as províncias russas, sublinhando a oportunidade única de networking que revela para os produtores que aí estão representados. A participação da HMR na PRODEXPO está incluída num plano de iniciativas promovidas pela CAP – Confederação dos Agricultores de Portugal, da qual a empresa faz parte.

À descoberta das brandas pela serra do Soajo

Dispersas nas brumas da montanha, por caminhos carreteiros da memória de um povo que desde sempre teve a montanha como companheira na faina diária do pastoreio e cultivos encontram-se brandas que ainda hoje estão vivas.

DSCF7515.JPG

 

Branda da Portelinha, Branda da Cachadinha, Branda das Ínsuas, Branda do Murço, socalcos que nos enchem a alma, caminhos carreteiros, cachenas, garranos e muito mais para nos mostrar o quão pequeno é o homem no meio natural.

 

No próximo dia 19 de fevereiro, vai decorrer uma caminhada pela serra do Soajo. São cerca de 7 km à descoberta das brandas, com o ponto de encontro na Porta do Mezio, pelas 9h30.

 

Os interessados devem inscrever-se em www.portadomezio.pt ou através do telefone n.º 258510100 ou ainda através do correio eletrónico:

portadomezio@ardal.pt.

Projeto vai reabilitar muralhas de Monsaraz

A última zona de muralhas a precisar de intervenção urgente na vila medieval de Monsaraz, no concelho de Reguengos de Monsaraz, vai ser requalificada, num projeto de 1,36 milhões de euros que vai criar um percurso pedonal inovador.

Fortificações_da_Vila_de_Monsaraz.jpg

 

Este troço «é o último a necessitar de intervenção urgente» e, com as obras, a vila fica com «60 ou 70% da envolvente adequada à circulação pedonal, usufruindo da paisagem exterior», realçou à agência Lusa José Calixto, presidente da Câmara de Reguengos de Monsaraz, no distrito de Évora.

 

Nos últimos anos, continuou o autarca, foi feito o tratamento de várias secções de muralha que, «devido à circulação de pessoas e de viaturas, tinham que ser intervencionadas com muito mais urgência».

 

O projeto candidatado pelo município ao programa operacional regional Alentejo 2020, para a requalificação desta parte das muralhas de Monsaraz e a reabilitação do Caminho da Barbacã, já foi aprovado e o procedimento para a empreitada de execução das obras deve ser lançado «ainda durante este mês», explicou o autarca.

 

A intervenção, que José Calixto gostaria que arrancasse no prazo de "«seis meses, se tudo correr bem» com o concurso público, implica 1,36 milhões de euros de investimento, dos quais 75% financiados pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

 

As obras vão permitir finalizar a recuperação estrutural das muralhas e criar um percurso pedestre «inovador», de acordo com o autarca, porque vai abranger o interior e o exterior do castelo, junto à Barbacã, com ligação ao Centro Interativo da História Judaica em Monsaraz.

 

As fortificações de Monsaraz estão classificadas como Monumento Nacional desde 1946, tendo sido aumentada a sua abrangência em 1971 a todo o conjunto medieval intramuros da vila.

A história natural do vulcão das sete cidades

Foi lançada a 2 de fevereiro no Salão Nobre do Município de Ponta Delgada , em  sessão  pública,  uma obra de divulgação científica sobre uma das 7 Maravilhas de Portugal - o Maciço Vulcânico das Sete Cidades.

livro SC capa Dez 2016.jpg

 

A edição intitula-se “História Natural do vulcão das sete cidades”.

 

O lançamento do livro, em formato A4 deitado, de capa dura, 186 página, bilingue, será  acompanhado por  uma curta  prelecção de Gonçalo Pereira , da Universidade Católica  e  director geral da National Geographic Portugal.

Almada Negreiros: uma maneira de ser moderno

«Isto de ser moderno é como ser elegante: não é uma maneira de vestir mas sim uma maneira de ser. Ser moderno não é fazer a caligrafia moderna, é ser o legítimo descobridor da novidade.» (José de Almada Negreiros, 1927)

 

468-4La-luna-rota-1022x1024.jpg

 

Abre na semana passada a grande exposição dedicada a Almada Negreiros, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, onde é apresentada uma ampla retrospetiva que reúne mais de 400 obras, muitas delas inéditas, propondo um olhar inovador sobre a presença do artista na história do modernismo português.

 

Saiba mais aqui.

Monção e Salvaterra de Miño: dois namorados unidos pelo rio Minho

Associações ambientalistas de Portugal e Espanha, ATEARAIA e Lazoiro, assinalam o Dia dos Namorados no dia 12 de fevereiro, domingo, com um passeio apaixonado pelos lugares românticos das duas localidades banhadas pelo Rio Minho. 

Ponte 01.jpg

Os quatro quilómetros de caminhada serão preenchidos com momentos para contemplar a paisagem e paragens para interiorizar histórias do relacionamento entre as duas comunidades.

 

Com a colaboração da autarquia monçanense, o percurso tem uma extensão de quatro quilómetros com dificuldade baixa/moderada, iniciando-se, pelas 14h30, junto aos painel de azulejos de João Verde, na Avenida General Humberto Delgado, conhecida como Avenida dos Néris.

 

A iniciativa visa comemorar o Dia dos Namorados, que se assinala a 14 de fevereiro, terça-feira, e transmitir aos presentes alguns momentos históricos que evidenciam o relacionamento entre duas comunidades ribeirinhas que, nos dias que correm, não vivem uma sem a outra.

 

«Constitui uma oportunidade excelente para conhecer um pouco melhor a envolvência histórica dos dois povos, bem como determinados episódios que marcaram a vida cultural e social de ambas as comunidades. Para ouvir com atenção e de mãos dadas. Como dois namorados», salienta a câmara de Monção, em comunicado.

Era uma vez Lisboa....

Conhecer Lisboa é também recuar no tempo e descobrir a cidade que passou pelas piores calamidades desde o terramoto de 1755, passando pela Peste Negra, até ao dilúvio que matou centenas de lisboetas - mas que sempre se ergueu.

image.jpg

 

Uns, como Calouste Gulbenkian, vieram de fora e apaixonaram-se perdidamente, outros, como o Marquês de Pombal, fizeram-na renascer das cinzas. Mas Lisboa é feita também de vilões e de heróis. Dos primeiros reza a história que matavam em série, como Diogo Alves, que, em 1841, foi acusado de assassinar 70 pessoas, ou que burlavam os mais incautos. Já os heróis ficarão para sempre na memória dos lisboetas e Martim Moniz ou os Mártires da Pátria não são apenas topónimos desta cidade, mas, acima de tudo, heróis que deram a vida por aquilo em que acreditavam. 

 

O amor também corre pelas vielas da capital: o conde de Vimioso perdeu-se de amores pela fadista Severa, e Sá-Carneiro apaixonou-se na amena Lisboa por uma «princesa nórdica num esquife de gelo». As «estórias» lisboetas são tantas que muitas se perderam no tempo, mas nada como recuperá-las: a tentativa do rei D. Manuel I para realizar um combate entre um rinoceronte e um elefante, ou o facto de o embaixador francês em Lisboa Jean Nicot ter sido responsável por pôr o resto do mundo a fumar, ao tornar-se o primeiro importador de tabaco no século XVI. 

 

Estas são algumas das histórias que o jornalista Luís Ribeiro conta num livro que revela uma cidade única e singular.

Conhece a Bôla de Rojões?

A bôla de rojões é a mais recente iguaria a integrar a gastronomia da Mealhada.

 

IMG_0163++.JPG

 

O lançamento aconteceu recentemente no Espaço Inovação Mealhada, pela mão da Docealhada, um dos projetos ali alojados.

 

A Bôla de Rojões da Bairrada é um produto inovador, de base regional, concebido e desenvolvido pela Confraria dos Rojões da Bairrada com Grelo e Batata à Racha, que detém a marca registada do produto. Chega à Mealhada pela mão da Docealhada, uma doçaria conhecida, sobretudo, pelo bolo doce regional da Mealhada, conhecido como folar, e pelo bolo-rei, eleito, em 2016, como o melhor do país, no concurso nacional da ACIP.

 

A bôla nasceu de uma ideia da Mordoma Ivone Almeida e foi tornada realidade numa refeição de amigos.

 

Foi posteriormente partilhada com a Mordomia da Confraria, que pegou na “criação” e lançou o desafio ao chefe João Moreira, Confrade de Honra da Confraria. O chefe lançou mãos à obra e, com uma excelente mistura de três cereais, fez “germinar” a “ Bôla de Rojões da Bairrada”, que já é uma marca registada, detida pela Confraria.

 

A confraria estabelece parcerias com doçarias ou pastelarias para a produção e comercialização da mesma, tendo a Docealhada merecido a sua confiança. Com esta parceria, a bôla de Rojões da Bairrada passará a estar disponível na Mealhada.