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Portugal à Lupa

Há 13 anos a calcorrear o País como jornalista, percebi há muito que não valorizamos, como devíamos, o que é nosso. Este é um espaço que valoriza Portugal e o melhor que somos enquanto Povo.

Portugal à Lupa

Há 13 anos a calcorrear o País como jornalista, percebi há muito que não valorizamos, como devíamos, o que é nosso. Este é um espaço que valoriza Portugal e o melhor que somos enquanto Povo.

150 anos de “A Queda dum Anjo” com edição em mirandês

150 anos depois do lançamento da primeira edição de “A Queda dum Anjo”, de Camilo Castelo Branco, a obra foi traduzida em língua mirandesa, por Alfredo Cameirão, e vai ser apresentada na Biblioteca da Assembleia da República.

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É esta a grande homenagem da Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão e da Casa de Camilo a “Calisto Elói de Silos e Benevides de Barbuda, morgado da Agra de Freimas, nascido em 1815, na aldeia de Caçarelhos, termo de Miranda”, o herói deste romance satírico de Camilo.

 

A iniciativa insere-se no programa da terceira edição dos Encontros Camilianos de São Miguel de Seide, que vai realizar-se a 7, 8, 15 e 18 de outubro, em Vila Nova de Famalicão, Caçarelhos em Vimioso, Miranda do Douro e Lisboa.

 

Considerada a mais atual e moderna obra de Camilo Castelo Branco, “A Queda dum Anjo” descreve de maneira caricatural a vida social e política portuguesa, através de uma parábola humorística na qual o protagonista, Calisto, um fidalgo austero e conservador, encarna de maneira satírica o povo português. Ao ser eleito deputado, Calisto vai para Lisboa, onde se deixa corromper pelo luxo e pelo prazer que imperam na capital.

Golegã: memórias da máquina de escrever em Museu

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A história da máquina de escrever conta mais de dois séculos. Hoje, num tempo em que a comunicação se faz ao segundo e sobre inúmeros suportes, Portugal conta com um museu que pretende reavivar memórias de uma escrita que se fazia com outro compasso. Neste caso, o som seco e determinado da batida das teclas da máquina de escrever. São 300 exemplares reunidos num espaço que lhe é dedicado na Golegã.

 

Fotos - Câmara da Golegã

 

A máquina de escrever, cuja produção remonta ao final do século XIX, é mote para um museu onde o visitante pode apreciar de perto exemplares representativos da história desta ferramenta de escrita, assim como algumas marcas carismáticas a ela associadas: Remington, Underwood, Smith Corona ou a Hammond.

 

É no edifício da biblioteca municipal da Golegã, na Rua da Oliveira, mesmo no centro da «capital do Cavalo», que nasceu em setembro de 2013, este que é o único museu existente em Portugal dedicado à máquina de escrever. Um espaço integrado na Rede de Museus da Câmara Municipal da Golegã.

 

Uma iniciativa museológica, como refere Carlos Vieira, do município da Golegã, que teve a sua origem num «encontro de vontades e interesses entre a autarquia da Golegã e um colecionador particular, Artur Azinhais, possuidor de uma coleção composta por mais de 300 modelos de máquinas de escrever, todas manuais, algumas bastante raras, incluindo alguns exemplares de formatos invulgares e pouco comuns».

 

O museu, que ocupa quatro salas, conta com um acervo de centenas de máquinas assim como suporte documental (cartazes, postais, fotografias) relacionado com as coleções e acessórios.

 

Uma mostra que apresenta modelos fabricados em todo o mundo. Alemanha, França, Estados Unidos da América, estão presentes com algumas das suas marcas mais representativas. Uma exposição que começando no final do século XIX, atravessa todo o século XX, até às décadas de 1970 e 1980.

 

O museu apresenta pelo menos uma máquina de escrever de cada década, desde 1880, e «permite fazer uma leitura da evolução tecnológica e de fabrico».

 

Há ainda um serviço de visitas onde que disponibiliza um filme sobre o funcionamento dos modelos mais significativos da história da mecanografia.

 

«O visitante pode, ainda, consultar o catálogo do museu (ou adquiri-lo) e experimentar teclar nas máquinas disponíveis para o efeito», adianta Carlos Vieira.

 

Carlos Vieira acrescenta ainda que o espaço tem suscitado «grande interesse quer junto da população, quer junto do público em geral, com pedidos vários, de recolhas de máquinas de escrever e ofertas de objetos ligados à história da escrita».

 

Recorde-se que as máquinas de escrever, tal como as conhecemos, apareceram nos últimos anos do século XIX (com a marca Remington). A democratização desta forma de escrita, apoiada num mecanismo, deu-se com o surgimento de outras marcas no mercado.

 

A máquina de escrever tornou-se indispensável no mundo dos negócios e surgiu como um instrumento das novas oportunidades de emprego, sobretudo da emancipação da mulher no mercado de trabalho. Com um maior acesso à escolaridade, assistiu-se à criação de profissões femininas socialmente consideradas, em que o curso de dactilografia era ministrado para o uso das máquinas de escrever.

 

A configuração mecânica e a forma definitiva da máquina de escrever portátil, que tornou viável o seu uso em qualquer lugar, chegou com a Standard, em 1907.

 

Com a evolução tecnológica, o fim da produção de máquinas de escrever tornou-se uma certeza. O calendário assinala a data de abril de 2011, momento em que terminou a produção industrial daquelas máquinas, com o encerramento da multinacional Godrej & Boyce, em Bombaim (Índia).

Estoi: Armando, o oleiro que nasceu «no meio do barro»

Bem-disposto, Armando Martins fala do seu percurso, ao mesmo tempo que manuseia o barro de forma ágil e quase sem olhar para a roda. Filho e neto de oleiros, Armando, natural de Estoi (concelho de Faro), aprendeu o ofício da família e mantém viva uma arte que vai resistindo no interior algarvio.

 

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É com uma aula ao vivo que conhecemos a arte de Armando, que desde o início do século XX deu ao Algarve a fama de labor oleiro.

 

«Durante todo o século passado haviam grandes centros de olaria na região, não só em Estoi, mas também em Moncarapacho (freguesia do concelho de Olhão) e Loulé», recorda o artesão.

 

É nos campos da localidade algarvia que apanha a argila verde e de tons vermelhos que usa nas peças que executa. Para que «não partam é necessário misturar várias qualidades». «Se só usar um tipo de argila corro o risco de se partirem, seja na secagem, seja no forno», explica.

 

Na sua oficina designada por “Nova Olaria”, no sítio da Alcaria Branca, em Estoi, e de onde é natural, conta com várias máquinas de moagem do barro «até ficar em espécie de farinha».

 

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«Só se chega às peças depois de moído, sendo depois misturado com água fria e argila em pó. Vai depois a amassar numa máquina a que chamamos amassadeira», revela António, realçando que ainda se recorda do tempo em que «se amassava com os pés e as mãos», à falta de maquinaria.

 

O trabalho na roda é, assegura, «o mais fácil». «Colocamos a massa e depois é criar, ter imaginação ou simplesmente dar conta dos pedidos», afirma.

 

Trabalho, garante, não lhe falta. Chega a ter mil encomendas por semana. «Não me queixo mas sou o único que ainda resiste na família a manter o ofício», diz em tom de lamento, acrescentando que os filhos, dois rapazes, «aprenderam a olaria mas não querem seguir a arte».

 

«Compreendo-os. Hoje os jovens precisam de outras coisas que os aliciem mais», considera o oleiro que, nas horas livres, dedica-se ao fabrico de alcatruzes para a apanha do polvo.

 

Armando faz de tudo. Desde pratos, panelas, cinzeiros, peças decorativas, cântaros, jarras e vasos.

 

Sendo um dos últimos oleiros em atividade em Estoi, Armando dedica-se igualmente à formação, não só na sua oficina mas também com o projecto TASA - Técnicas Ancestrais, Soluções Atuais (iniciativa que pretende recuperar os saberes tradicionais, conferindo-lhes imagem e design moderno e que, ao mesmo tempo, incentiva os jovens para atividades relacionadas com o artesanato).

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Com 50 anos, Armando não se vê a fazer mais nada, sobretudo porque, sublinha, «nasci no meio do barro, em família de oleiros (avô, pai e quatro tios todos trabalharam a arte), e naquele tempo era difícil ser-se outra coisa, sobretudo quando já havia tradição nas famílias». 

 

Não se queixa porque, garante, «é feliz com a sua profissão». Lamenta, contudo, que os jovens «tenham de prosseguir outros caminhos, compreensíveis».

 

«A verdade é que sem passagem de testemunho um dia, o pouco que resta, morrerá. Ficam as obras, se não se partirem», remata, sempre com a mesma boa disposição que o caracteriza.

Cabras: território com vida!

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Sabia que as cabras ajudam-nos a combater os incêndios? E que são aliadas numa melhor gestão da paisagem e da biodiversidade?

 

A Ardal-Porta do Mezio vai promover um experiência inesquecível na natureza. O som e o movimento das cabras, as histórias desta eco-tradição e as excecionais panorâmicas alcançadas do alto da Serra, são apenas alguns dos ingredientes presentes neste atividade.

Plangaio: descubra uma especialidade gastronómica única

É um enchido mas não tem a forma característica das chouriças ou dos paios, feito com massa de farinheira mas os ossos dão-lhe um paladar diferente. Tradicionalmente é cozido e servido com couves mas a sua versatilidade permite ser preparado de outras formas e assume-se como uma especialidade de algumas localidades do concelho de Proença-a-Nova, mas foi conquistando o seu espaço e hoje assume-se como um produto gastronómico cada vez mais apreciado e procurado.

 

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Texto: Câmara de Proença-a-Nova

 

Assim é o plangaio, um enchido tradicional feito com a massa da farinheira mas à qual se juntam os ossos do espinhaço do porco. De acordo com uma recolha efetuada há alguns anos, o plangaio é quase exclusivo das freguesias de Sobreira Formosa, Montes da Senhora e Alvito da Beira, no concelho de Proença-a-Nova, sendo também feito na Isna de Oleiros e em Fonte Longa – Sarzedas, ainda que neste último caso tenha um nome diferente. No entanto, o contacto entre famílias levou a que a tradição do plangaio ultrapassasse a ribeira do Vale D’Urso, sendo feito em outras localidades do concelho mas sem a expressão que conhece nas aldeias mais a norte em que era presença obrigatória em qualquer fumeiro.

 

Uma das razões que explica a aceitação do plangaio prende-se com o facto de que tudo no porco se aproveitar para comer, incentivando à criação de produtos diferentes utilizando os mesmos ingredientes: o plangaio permite rentabilizar os ossos do porco, criando um enchido mais rico que a farinheira. Essa massa é colocada na bexiga do porco ou na pele do entrecosto, em pequenas bolsas individuais pouco maiores que uma bola de ténis. Tal como os restantes enchidos, também o plangaio é fumado, estando pronto a ser consumido por alturas do carnaval: a receita era simples e aproveitava uma das hortícolas que predomina nas hortas nessa época do ano. As couves eram normalmente cozidas na mesma água em que se cozia o plangaio para assim aproveitar ainda mais o seu sabor. Havendo uma menor quantidade de plangaios, estes eram essencialmente servidos em dias de festa.

 

Atualmente, qualquer época do ano é boa para se comer o plangaio, até pelas diferentes formas como pode ser servido. Carlos Alves, da Associação de Divulgação Cultural de Sobreira Formosa, apresenta algumas dessas variações: “no Passeio de Automóveis Antigos oferecemos o plangaio que, depois de cozido, é cortado ao meio e levado a tostar no forno, o que vai retirar mais alguma gordura que tenha e a própria farinha acaba por ficar crocante. Se em cima acrescentarmos uma rodela de cebola fica ainda melhor e dá para fazer umas tostas espetaculares. O meu filho inventou uma entrada fantástica que é feita em massa folhada com plangaio e maça reineta. Nestes casos, é preciso separar os ossos com os quais se pode fazer uma sopa com feijão branco e couve”.

 

Para além do plangaio, existem igualmente outras receitas menos conhecidas de enchidos e petiscos confecionados com a carne de porco. É o caso do bucho de arroz: “no fim de contas é um maranho com carne de porco, mas leva coloral e a hortelã”, explica Carlos Alves. Este bucho de arroz é cheio no estômago do porco. Em algumas localidades do concelho é também costume aproveitar os restos da massa da farinheira para fazer cadarrapos, juntando ovos e farinha de trigo à massa, consoante a consistência que se pretenda. Depois este preparado é frito, seguindo o mesmo modo de fritar das pataniscas de bacalhau.

 

O plangaio vai estar em destaque na edição deste ano da Feira de Outono – Festival do Plangaio. Durante o evento, a decorrer em Sobreira Formosa nos dias 24 e 25 de setembro, vão ser dinamizadas sessões de cozinha ao vivo apresentando alternativas à forma tradicional de cozinhar o plangaio, mantendo o paladar que lhe é característico.

Há um portal que dá a conhecer a genealogia do Algarve

Chama-se Portal de Genealogia do Algarve e pretende «divulgar as relações familiares de todos aqueles que nasceram, casaram, viveram ou faleceram no sul do país».

 

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A base de dados de livre acesso contém informação relativa aos municípios de Albufeira (35 370 indivíduos), Lagoa (41 550 indivíduos), Monchique (22 710 indivíduos), Portimão (58 890 indivíduos) e Silves (36 090 indivíduos).

 

Conta com 200 mil nomes, e mais de 2 milhões e 500 mil dados registados, divididos entre nome, apelido, filiação, data de nascimento, data de casamento, data de óbito, local de nascimento, local de óbito, residência, freguesia, profissão, título, estatuto social, causa da morte, notas biográficas e fotografias.

Reguengos de Monsaraz: do Alentejo para o mundo, um gin lentamente destilado

«Lentamente destilado no Alentejo» o Sharish Gin nasceu em 2013 em Reguengos de Monsaraz pelas mãos de António Cuco, um antigo professor de Turismo que se aventurou, de forma autodidacta, a criar uma bebida confecionada a partir de Maçã Bravo de Esmolfe e ingredientes botânicos. Em poucos meses António criou a marca, já vende de norte a sul e exporta para Angola e Bélgica, superando as expectativas iniciais e tendo ultrapassado a produção prevista para os três primeiros anos. 

 

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Texto: Ana Clara

 

A ideia de criar a marca «Sharish Gin» tal como hoje é conhecida, conta António, começou em setembro de 2013 «com uma brincadeira de amigos», e que aliada a uma situação de desemprego conduziu a um «caso sério de sucesso empresarial».

 

«Começou numa jantarada com um grupo de amigos, onde me desafiaram a fazer o meu próprio gin. Primeiro achei piada mas depois percebi que podia ser uma realidade. Pus mãos à obra, fiz imensas pesquisas na internet, vi inúmeros vídeos e li vários livros. Todos os dias dedicava-me cinco a seis horas a estudar todos os processos», conta. E sempre sozinho, enfatiza.

 

A primeira coisa que fez foi «tentar comprar álcool» já que o gin «é feito a partir de álcool neutro». «Para isso pensei na vodka que, em certo ponto, é semelhante ao gin, a diferença é que a vodka continua neutra e o gin é aromatizado. Então, tendo vodka facilmente chegava o ao álcool. Comprei vodka redestilei-a, tirei a água e obtive o que queria», recorda o antigo professor de Turismo.

 

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A experiência de principiante, lembra, foi feita numa panela de pressão antiga que tinha em casa. «Fui ver o preço dos alambiques mas eram muito caros. Como estava ainda numa fase de testes decidi fazer a experiência numa panela de pressão, na que fiz adaptações para destilar».

 

A receita que criou para o gin é simples: «A minha avó é de Borba e na Feira de Todos-os-Santos (no início de novembro) havia sempre maçãs Bravo de Esmolfe, colhidas na serra de São Mamede, e vendidas na Feira. Desde miúdo que me recordo de as comer e do cheiro que inundava aquele lugar. Um dos ingredientes que soube logo que ia incorporar era a maçã e, já que em Portugal temos o produto DOP – Denominação de Origem Protegida, falei com uma Associação de Sernancelhe com a qual estabeleci depois uma parceria».

 

À maçã juntou os botânicos, que mais não são que os ingredientes do gin (cascas de laranja e limão frescas lúcia-lima, zimbro, cravinho, baunilha e canela). Os primeiros gins nasciam assim em outubro de 2013. Daí ao lançamento do negócio foram meses. A 24 de abril de 2014 lançava o produto no mercado e de meses alcançava um sucesso «nunca antes imaginável».

 

Sobre os processos, António refere que «tudo é destilado em separado, junta-se os botânicos e fazemos uma infusão pós-destilação, conferindo-lhe aromas diferentes. A maçã dá-lhe, por exemplo, um caráter redondo, fácil de beber e muito suave». Todo o processo de destilação dura cerca de oito horas. Já o «lentamente destilado no Alentejo», slogan da marca, não podia ser mais claro, «nos alambiques o gin corre mesmo muito lentamente», conta.

 

Naturalmente Monsaraz…

 

E de onde vem o termo «Sharish»? À pergunta, António Cuco sorri e diz de imediato com orgulho que «só fazia sentido escolher a imagem de Monsaraz para o rótulo, porque é dos meus locais preferidos, porque é dos lugares mais bonitos que temos».

 

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«De caráter português e produzido no Alentejo vai buscar o nome à vila de Monsaraz. “Sharish” era o termo utilizado durante a ocupação muçulmana e que significa “xara” ou “jara” (esteva). Assim, “Mont Sharish” significava monte erguido num impenetrável brenhal de estevas originando posteriormente Monsaraz», conta, acrescentando que «só faria sentido com a imagem de Monsaraz».

 

Mas o sucesso não se faz sem números sobretudo no momento particular que atravessa a economia nacional. E os de António mostram, como ele próprio corrobora, «que é possível, desde que se acredite no produto e naquilo que se faz».

 

 «Há muito a ideia de que o gin não é feito cá. Mas é. Os alambiques são portugueses, com baldes de infusões portugueses, as rolhas são portugueses, os rótulos são feitos por portugueses», afirma.

 

Por fim, recorda que «todo o projeto foi pensado para tempos de crise, e por isso baseia-se em ter custos fixos reduzidos dando folga maior aos custos variáveis. Quero crescer mas de forma sustentável», remata.

Em 2017 nasce em Odeleite mais uma praia

A Câmara de Castro Marim tem em marcha um projeto de criar uma praia fluvial em Odeleite.

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A mesma, que pretende potenciar o turismo, terá zonas verdes, apoios de praia e uma zona de lazer.

 

«Se complementarmos esta oferta gastronómica com uma praia fluvial, será ouro sobre azul. Vejo nisto uma maneira de vencer a desertificação e o isolamento. Penso que as coisas estão bem encaminhadas para que Odeleite consiga dar a volta por cima», acredita Francisco Amaral, presidente da autarquia de Castro Marim, em declarações ao Sul Informação.

Topónimos de Ponte de Lima em livro

A 23 de setembro, às 17h30, terá lugar na vila limiana o lançamento do livro “Topónimos da Vila – Ponte de Lima” da autoria de António Barbosa.

 

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Trata-se de uma publicação sobre a Toponímia da zona urbana de Ponte de Lima, abrangendo a totalidade da freguesia de Arca e Ponte de Lima, e partes das freguesias da Feitosa, Fornelos e Queijada, Ribeira e Arcozelo.

 

Neste livro é abordada a origem dos topónimos atribuídos às artérias localizadas na área delimitada no mapa, considerada a zona Urbana de Ponte de Lima.

 

O autor fez uma investigação, tendo por base a bibliografia disponível, recorrendo ainda a dicionários e a dados disponíveis em sites na internet. Para cada topónimo, é apresentada a sua “história” e uma fotografia ilustrativa do local.

 

A apresentação da obra estará a cargo de Alexandra Esteves.

Vamos descomplicar a Ciência?

A 30 de setembro o Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa (MUHNAC-UL), vai “descomplicar” a ciência. A partir das 18h00, a Noite Europeia dos Investigadores abre as suas portas a todos os curiosos, com atividades para todas as idades, com o objetivo de desmistificar a ciência e quebrar as barreiras que a separam dos cidadãos.  

 

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Aproximar a ciência da população. É este o principal objetivo da Noite Europeia dos Investigadores que, esta edição, se dedicada à “Ciência no dia-a-dia” e tem como missão sensibilizar os cidadãos para a importância da Ciência no quotidiano e na sua qualidade de vida, e o impacto que esta tem no desenvolvimento da sociedade.