Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Portugal à Lupa

Há 13 anos a calcorrear o País como jornalista, percebi há muito que não valorizamos, como devíamos, o que é nosso. Este é um espaço que valoriza Portugal e o melhor que somos enquanto Povo.

Portugal à Lupa

Há 13 anos a calcorrear o País como jornalista, percebi há muito que não valorizamos, como devíamos, o que é nosso. Este é um espaço que valoriza Portugal e o melhor que somos enquanto Povo.

Castelo Branco recebe em outubro Congresso Ibérico do Lobo

lobo-selvagem-2.jpg

 

É entre 27 e 30 de outubro que Castelo Branco recebe o IV Congresso Ibérico do Lobo, organizado pelo Grupo Lobo em coordenação com um conjunto de entidades portuguesas e espanholas. Ao todo, três sessões temáticas relativas à ecologia e conservação do Lobo - Dimensão Biológica, Gestão e Conservação, e Dimensão Social- estarão em debate. A preservação da espécie, entraves e desafios são algumas das problemáticas em análise. 

 

Petiscos à prova em Palmela

Fds-pedisco-noticia_1_750_2500.jpg

 

Nos dias 17, 18, 19, 24, 25 e 26 de junho, a Câmara Municipal de Palmela e a Associação da Rota de Vinhos da Península de Setúbal/Costa Azul promovem os Fins de Semana Gastronómicos do Petisco. Os petiscos mais tradicionais da região surgem, aqui, com receita clássica ou em propostas inovadoras, sempre em harmonização com os vinhos da Península de Setúbal. O Queijo de Azeitão e outros queijos de ovelha, os enchidos, o choco frito, as pataniscas, os caracóis, as conservas, as moelas ou as saladinhas variadas são presença obrigatória à mesa nestes Fins de Semana Gastronómicos que dão as boas vindas ao verão. Quem puder, é ir.

 

Ílhavo: o Museu que guarda um mar de narrativas épicas

bc3107f7-fe82-4cd5-8026-99659309bcca.jpg

 

A vocação principal do Museu Marítimo de Ílhavo, sob alçada do município local, é preservar memórias de vidas dedicadas ao mar. A expressão ganha dimensão, quando se entra num espaço que encerra «narrativas épicas» e a «identidade» de um passado descobridor. Aqui se desenrola o fio condutor de estórias da pesca de bacalhau nas águas da Terra Nova e da Gronelândia. O povo ílhavo domina a viagem, num espaço que conta 79 anos.

 

Fotos | Ana Clara 

 

«Os homens de Ílhavo sempre seguiram o mar. Navios, navios, navios, marinheiros, marinheiros, marinheiros - a história de Ílhavo é a história deles». A frase, encontramo-la registada numa das salas expositivas do Museu. Pertence a Alan Villiers, marinheiro, escritor e fotógrafo, na sua obra intitulada "A campanha do Argus" (1951), livro que deu a conhecer a pesca do bacalhau de homens e navios portugueses.

 

Através de Villiers, e de tantos autores que se pronunciaram sobre o povo marítimo de Ílhavo, as suas aventuras, amarguras e sustos que apanharam no mar, o MMI pode ser considerado como um lugar que se exprime através de uma missão muito aberta e plural.

 

Desde 8 de agosto de 1937, ano em que foi criado, o Museu (localizado na Avenida Dr. Rocha Madahíl), já passou por várias fases de renovação, sendo que o momento mais relevante, em termos de projeto, e que, de alguma forma, termina naquilo que o Museu é hoje, sucedeu em 2001, aquando da ampliação e remodelação do Museu e do edifício onde hoje se ergue. Mais recentemente sofreu nova remodelação para acolher o Aquário de Bacalhaus (inaugurado em janeiro de 2013) e o Centro de Investigação e Empreendedorismo do Mar (CIEMAR).

 

Desde 2001 até hoje, o Museu ganhou uma dimensão importante, não só em termos físicos, mas ao nível das coleções e no diálogo que estabelece com as comunidades e públicos a que se dirige.

 

Todos os que chegam ao Museu embarcam numa viagem que conta com cinco grandes momentos. O primeiro, dedicado à Faina Maior, à pesca do bacalhau, e onde é possível contemplar veleiros e pequenos botes (os chamados dóris), e que mostra a pesca do bacalhau em termos dramáticos e épicos, aquele trabalho humano admirável que evocamos e que os portugueses praticaram até 1974.

33fe71f6-8989-415a-81f7-c9460b6aaebf.jpg

 

 

Nesta primeira sala, é possível ver, ao vivo, uma réplica de um navio bacalhoeiro e subir a bordo, assumindo-se como uma peça central no discurso do museu.

 

Depois da viagem à história e estórias da Faina Maior, a visita segue para uma outra sala, dedicada à ria de Aveiro, às fainas agromarítimas, aos trabalhos locais. Recordando as palavras de Raul Brandão, o programador do Museu recorda que, neste espaço de evocação à etnografia, misturam-se os perfis do lavrador e do pescador e exalta-se tudo isso num discurso mais cénico.

 

Seguindo viagem, encontramos a Sala dos Mares, dedicada à identidade local, às suas realidades e lenda. Aqui podemos conhecer os ílhavos, enquanto povo local, mas também como povo mariano, uma espécie de síntese da nação marítima que imaginamos ser. É uma expressão muito forte e didáctica, e que aborda aspectos da instrumentação náutica, mostrando ao público que os ílhavos são, por natureza, mareantes e homens do mar.

 

Há ainda uma outra sala expositiva com destaque para história natural (as conchas e algas marinhas), e que entretanto foi alargada com a coleção de conchas do Oceanário de Lisboa, recentemente doada ao MMI

 

Aquário de Bacalhaus

 

Esta viagem, através do MMI, desemboca, na sua mais recente atração: o Aquário de Bacalhaus. Único na Europa, entrou em funcionamento em janeiro de 2013. Aqui homenageia-se o «fiel amigo», sendo possível ver, ao vivo, 40 exemplares de Gadus morhua, que vieram de Alesund (Noruega). 

1f1a1966-6fda-45c0-88bc-8c56bc7bc163.jpg

 

O tanque onde estão alojados, conta com uma capacidade de 120 metros cúbicos de água, a uma temperatura média de 12 graus centígrados, e com condições  de salinidade próximas das existentes no habitat natural do bacalhau,  aqui recriadas artificialmente.  

 

Trata-se de um património biológico, que mostra o bacalhau do Atlântico, espécie que historicamente pescamos e consumimos, dando continuidade a toda uma lógica marítima evocada no Museu.

 

O projeto, impulsionado pelo antigo presidente da Câmara de Ílhavo, Ribau Esteves, assume-se como uma aposta no desenvolvimento local e foi desenhado no sentido de dimensionar o MMI para algo que surpreendesse o público, coerente, e que tivesse a vantagem de exercer um efeito de atracção de públicos importante.

Penha Garcia debate medicinas tradicionais

Castelo_de_Penha_Garcia_(vista).jpg

Penha Garcia, no concelho de Idanha-a-Nova, vai ser palco do II Congresso das Medicinas Tradicionais, nos dias 18 e 19 de junho, com um cartaz que reúne as temáticas das forças da natureza, das energias e dos medos ancestrais. O Congresso, a decorrer nas instalações da futura Casa Museu Padre João, convida especialistas de renome para abordar temas como “Astrologia e os Ciclos Agrários”, “Medicina Quiroprática”, “Os Medos Ancestrais”, “O Sol e a Lua nas crenças e no Imaginário das Beiras”, “A Importância dos Rituais na Cocriação Positiva” (manhã e tarde de sábado) e “Formas de Fé do Povo” e “Radiestesia” (manhã de domingo). Os visitantes serão ainda surpreendidos com muita animação e a recriação de rituais ancestrais, com destaque para a noite de sábado. Festejam-se os Santos Populares num jantar convívio e recriam-se tradições fascinantes: Queimada Galega com esconjuro das bruxas, o Ritual da Lua e o teatro e dança do fogo Sabat.

 

Gentes de Tomar para ver na Casa Manuel Guimarães

Castelo_dos_Templários_e_Convento_de_Cristo,Tomar

 

A Casa Manuel Guimarães, em Tomar, apresenta, a partir de 17 de junho, uma exposição de Antero Guerra que tenta apresentar um retrato em grafite de algumas pessoas que caracterizam Tomar. Esta mostra já passou por outros locais do país, como Torres Novas, onde englobou mais de 500 rostos torrejanos, e segue para Santarém e Jánossmorja, na Hungria, depois da exibição em Tomar.

Pousadas de Portugal lançam gelados conventuais

toucinho-do-céu.00_jpg_srz.jpg

 

As Pousadas de Portugal assinalam a chegada do bom tempo com uma proposta refrescante: gelados com os sabores tradicionais da doçaria conventual. Uma edição limitada, disponível apenas nos meses de verão, para provar exclusivamente nos restaurantes das Pousadas de Portugal – a maior rede nacional de restaurantes de gastronomia portuguesa. De norte a sul do país, 12 Pousadas de Portugal apresentam as suas sobremesas mais emblemáticas de uma forma original e refrescante, ostentando os sabores da doçaria típica regional. Na região do norte e centro, a Pousada Mosteiro de Amares exibe como protagonista o famoso e suculento citrino da região, apresentando o Gelado de Laranja de Amares, na época de maior esplendor deste produto. A Pousada Mosteiro de Guimarães propõe os sabores do Toucinho-do-céu, garantindo a confeção tradicional à moda do Norte como sobremesa imperdível. Já a Pousada da Ria exibe (inevitavelmente) um delicioso Gelado de Doce d’Ovos de Aveiro.

Portimão mostra património à luz das estrelas

PTM_Alvor_01.jpg

Durante este verão, a Câmara de Portimão desafia residentes e turistas a descobrirem locais de interesse cultural de Alvor e Portimão, em três sábados e à luz das estrelas. Ao todo, serão promovidos três passeios culturais noturnos, dois à descoberta do Património Islâmico de Alvor e outro pelo Centro Histórico de Portimão. Em Alvor haverá passeios no dia 2 de julho e 13 de agosto. Segundo a Câmara de Portimão, «aqui, será dada a conhecer a herança islâmica de Alvor, onde figuram construções com cerca de mil anos». No dia 23 de julho, será a vez de «mostrar as riquezas culturais da baixa de Portimão num passeio em busca de paisagens urbanas que caracterizam e dão personalidade ao coração da cidade», adianta o município.

Bruxelas considera Fogaça de Santa Maria da Feira IGP

Portugal-2012-238_web-lrg.jpg

 A Comissão Europeia incluiu a Fogaça de Santa Maria da Feira na lista de produtos com denominação "Indicação Geográfica Protegida" (IGP). O pão doce é confecionado há mais de 500 anos na sequência de uma promessa feita ao Mártir S. Sebastião para que livrasse o concelho de Santa Maria da Feira do surto de peste que estava a matar a população. A Fogaça da Feira, descrita como um "pão doce com aroma e sabor de limão e canela", tem a sua origem no século XVI, como pagamento de uma promessa na região de Santa Maria da Feira por causa de um surto de peste. O doce inspirado nas quatro torres do castelo feirense deu, ainda, origem à Festa das Fogaceiras que se realiza, anualmente, a 20 de janeiro, dia do feriado municipal. É agora IGP. E é nosso.

 

Os chás que sabem a fruta portuguesa

laranja-lata-786x1451-38.jpg

 

 

Chama-se "Lisbon Tea Company" e aqui pode descobrir aromas de todo o mundo mas também portuguesas. Maçã verde da Beira Alta, pera rocha do Oeste, laranja do Algarve, ananás dos Açores ou cereja do Fundão. Estes são apenas alguns dos exemplos que estão disponíveis na "Lisbon Tea Company". Quer prová-los? Basta encomendar através do site e/ou aceder às inúmeras representações da marca. Saiba mais aqui.

17 de junho: o dia em que se alerta para o combate à desertificação

seca_agricult.jpeg

 

A  17 de junho celebra-se o Dia Mundial do Combate à Desertificação. A data, deveras importante para um país como Portugal, cada vez mais abandonado e desertificado no interior, tem de ser levada a sério pelos responsáveis deste país. É por isso que a reflexão sobre as políticas que urgem é deveras importante. Deixamos por isso a sugestão do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF). Saiba mais aqui