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Portugal à Lupa

Há 13 anos a calcorrear o País como jornalista, percebi há muito que não valorizamos, como devíamos, o que é nosso. Este é um espaço que valoriza Portugal e o melhor que somos enquanto Povo.

Portugal à Lupa

Há 13 anos a calcorrear o País como jornalista, percebi há muito que não valorizamos, como devíamos, o que é nosso. Este é um espaço que valoriza Portugal e o melhor que somos enquanto Povo.

Euro 2016: a cortiça portuguesa passou por lá

A Corticeira Amorim desenvolveu em parceria com a Natural Grass uma nova solução para relvados, já utilizada em quatro estádios do Euro 2016, em França.

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A nova solução desenvolvida para relva natural reduz o impacto das quedas dos jogadores em cerca de 40 por cento.

 

«A inovadora tecnologia AirFibr incorpora cortiça, relva natural e microfibras sintéticas, resultando num relvado mais resistente e que foi usado em vários estádios do Campeonato Europeu,  nomeadamente o  Parc Olympique Lyonnais,  em Lyon, o Stadium Municipal de Toulouse, o Estádio Geffroy Guinch, em Saint-Etienne - o palco do jogo de estreia da seleção nacional portuguesa contra a Islândia - e o Noveau Stade, em Bordéus, o cenário da vitória da seleção frente ao País de Gales», avança a Amorim.

 

O granulado de cortiça expandida usado na solução confere-lhe uma maior absorção ao choque, fazendo com que o contacto do jogador com o solo seja minimizado, uma inovação que resulta de um cálculo científico, possibilitado por uma instalação automatizada que absorve a energia e força exercidas pelos atletas no solo, adaptando o relvado às necessidades do desporto profissional.

 

Segundo testes comparativos  com os substratos das soluções tradicionais, existem diferenças claras na medida em que os relvados criados com base na tecnologia AirFibr são mais “amigos” das articulações do jogadores pois a base com cortiça (que substitui a terra convencional)  reduz os impactos em 40 por cento.