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Portugal à Lupa

Há 13 anos a calcorrear o País como jornalista, percebi há muito que não valorizamos, como devíamos, o que é nosso. Este é um espaço que valoriza Portugal e o melhor que somos enquanto Povo.

Portugal à Lupa

Há 13 anos a calcorrear o País como jornalista, percebi há muito que não valorizamos, como devíamos, o que é nosso. Este é um espaço que valoriza Portugal e o melhor que somos enquanto Povo.

Tomar: cidade templária fica mais doce em abril

Durante um mês inteiro, Tomar dá a provar cerca de três dezenas de especialidades, naquele que é o certame mais doce da cidade templária. 

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A mostra “De Tomar e dos Conventos”, que se realiza pelo 9.º ano consecutivo, é uma iniciativa do Município de Tomar, em parceria com as pastelarias locais, que acontece de até 30 de abril.  

 

Para alegria e prazer dos gulosos, abril é o mês da mostra de doçaria “De Tomar e dos Conventos”. Num périplo por 19 pastelarias da cidade, é possível provar cerca de 30 doces que são verdadeiras tentações.  

 

Só aqui é possível pedir, numa confeitaria, um Beija-me Depressa, sem que alguém fique ruborizado. As gentes de Tomar criaram sedutores beijos feitos do mais saboroso doce de ovos, envolto em açúcar de pasteleiro.  

 

À espera dos visitantes estão também as originais Fatias de Tomar que, diz a lenda, eram a sobremesa preferida dos frades do Convento de Cristo. Este doce de ovos e açúcar é cozido numa panela especial, inventada e fabricada apenas na cidade do rio Nabão, o que torna as Fatias de Tomar únicas.  

 

A 9.ª edição desta mostra estende-se a muitas mais formas e sabores, como as castanhas de ovos, os queijinhos doces, as cornucópias, as tigeladas, as primorosas, os bolos de cama, as queijadas de gila, as espadas de D. Gualdim, entre outros.  

 

No dia 22 de abril, a mostra de doçaria sai para a rua. No “Doce Passeio Doce” as pastelarias da cidade expõem e vendem as suas especialidades na Praça da República, das 15h00 às 18h00. 

Músicos do Algarve dão a voz pela Serra de Monchique

Em setembro de 2016 um violento incêndio devastou a Serra de Monchique. Uma tragédia ecológica, económica e social que assolou a região algarvia e que chocou o País.

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Com vontade de ajudar, nasceu um projeto de esperança. Unidos por uma causa nobre, músicos algarvios ofereceram-se para contribuir para a recuperação florestal da serra com um tema original ou previamente gravado, para um disco intitulado "Terra".

 

Mauro Amaral, Azinhaga, Viviane, OrBlua, Flor de Sal, Helena Madeira, Migna Mala, Argonautus Ensemble, Storm & the Sun, João Lum e Os Cantores de Monchique, emprestam o seu talento para esta compilação, produzida pela Fungo Azul e com o apoio da Câmara Municipal de Monchique que estará à venda pelo preço simbólico de 4 euros e cujos lucros revertem na totalidade para as ações de reflorestação.

 

"Terra" são 45 minutos do melhor da música algarvia, onde podemos encontrar temas compostos e gravados especialmente para esta compilação por Azinhaga, Orblua, Helena Madeira e Argonautus Ensemble. Os músicos Mauro Amaral, Migna Mala e Storm & the Sun libertaram temas em avanço dos seus trabalhos que serão brevemente editados. Viviane regravou o tema "A vida não chega". E por sua vez, os grupos Flor de Sal e João Lum cederam músicas previamente editadas e os Cantores de Monchique cederam um tema gravado mas nunca editado.

 

Sob o lema "Música pela Floresta", esta obra promete ajudar a impulsionar um impacto verde sobre a serra de Monchique.

“Gardunha: um belo pedaço do mundo”

Teve lugar este sábado, no dia 8 de abril, na Biblioteca Municipal Eugénio de Andrade, no Fundão, o lançamento do livro “Gardunha – Um belo pedaço do mundo”, de Vítor Martins.

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A obra, editada pela Gradiva, foi apresentada por Pedro Salvado e Diamantino Marques.

 

O autor, na sinopse, revela-nos a beleza da região, de uma forma que, só quem a conhece nas suas profundezas, pode falar: 

 

«Estão as minhas raízes em Castelo Novo e em Alcongosta. A Gardunha é a minha terra.


Este livro não tem mais pretensões do que traduzir as emoções que esta serra em mim produz desde que me conheço.

Foi um impulso. Não é uma monografia, não é um estudo, não é uma pesquisa. Tão-só o meu pulsar perante o privilégio que sinto de ser da Gardunha, a minha montanha mágica. Afinal, não mais do que o testemunho de uma viagem de memória e afectos aos lugares que me enternecem e comovem. [...]

Impossível seria realizar este livro sem o fino olhar da Ana Valente Ribeiro, cuja câmara captou os mais diversos ângulos da Gardunha. Do granito ao xisto. Dos codeços, giestas e pinhais às matas, soutos e carvalhais.

Dos povoados aos recantos sagrados das encostas da serra. Da terra, da pedra, da água, do céu! [...]
No mais, este livro deve-se apenas à Gardunha, que das serras é princesa!».

Miranda do Douro celebra Páscoa com a Festa da sua Bola Doce

De 13 a 15  de abril, a Câmara Municipal  de Miranda do Douro promove a Festa da Bola Doce e Produtos da Terra.

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Este é um certame dedicado à típica bola doce mirandesa e que vai reunir, no Largo do Castelo, cerca de 30  produtores.

 

A bola doce mirandesa assim como o folar de carne  são produtos que estão tradicionalmente ligada à Páscoa, .

 

A Festa da Bola Doce serve também de palco a outros produtos da terra, contribuindo para a promoção e venda de produtos regionais e locais. Muita animação, gastronomia, a doçaria em lugar de destaque, lado a lado com a cultura da região e todos os rituais tradicionais das comemorações da Semana Santa.